quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

E de repente... O maior desafio dos últimos tempos! 
Uma bolsa de telemóvel "terrífica" para uma cliente super, super, super especial! Espero que ela goste! 
Para mim foi um gozo mas um desafio enorme, agradar a esta cliente super especial! 



quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Experiência do fim de semana!

Preciso da vossa opinião! Uma opinião sincera e que me ajude a perceber se sou só eu que gosto imenso do resultado da minha experiência de fim de semana... Uma pregadeira nova! 
Que me dizem? :)
(A fotografia não está grande coisa, eu sei mas apesar disso... que acham?)


Feira Nacional de Artesanato e Gastronomia da Marinha Grande


quarta-feira, 16 de novembro de 2016

JARDINS DE INVERNO

Novidades!!! Novidades fesquinhas!!! :)
Espero que gostem!

Pregadeiras em feltro, bordadas com linha filosel 
5 euros cada








terça-feira, 8 de novembro de 2016

Sesimbra!

Aproveitando os últimos raios de sol de verão (ou os primeiros do inverno, como mais gostem!), fui passear até Sesimbra, linda vila piscatória, recordar memórias de criança e de dias excelentemente passados.
Fui até ao Castelo e visitei (coisa que não fazia há muito tempo) a bonita Igreja da Nossa Senhora da Consolação do Castelo. É um templo dedicado a Santa Maria que desde o século XVI é dedicado ao culto de Nossa Senhora da Consolação do Castelo. Foi ampliado durante os séculos XVI, XVII e XVIII e vale bem a pena ser visitado.

Nestas deambulações pela Igreja, reparei nos azulejos e pensei que, para quem é amante da azulejaria como eu, seria um bom motivo para uma visita. São azulejos do período barroco, da primeira metade de setecentos, de pintura azul sobre branco, das oficinas lisboetas dos mestres Teotónio dos Santos e Bartolomeu Antunes.

Deixo-vos umas fotografias tiradas por mim que nem de perto nem de longe reflectem a beleza deste conjunto azulejar!...Mas por outro lado... deram-me Ideias para umas coisas muito giras!!! :)












segunda-feira, 31 de outubro de 2016

O "Pão-por-Deus"

Lembro-me bem de andar a pedir o “pão-por-Deus” na aldeia onde a minha Avó materna vivia!

Como eu era “menina de Lisboa”, e ia sempre acompanhada pelos primos mais velhos, os vizinhos apenas perguntavam: “ah menina, de quem és tu filha?” ao que eu respondia sempre: “sou neta da “Mari’Júlia”!” E assim, os nossos saquinhos se enchiam de “ferraduras” e bolos de canela!


“O peditório do pão-por-deus ,está associado ao antigo costume que se tinha de oferecer pão, bolos,vinho e outros alimentos aos defuntos.
Em Portugal no dia 1 de Novembro, Dia de Todos-os-Santos, as crianças saem à rua e juntam-se em pequenos bandos para pedir o Pão-por-Deus (ou o bolinho) de porta em porta. O dia de pão-por-deus, ou dia de todos os fieis defuntos, era o dia em que se repartia muito pão cozido pelos pobres.
É também costume em algumas regiões os padrinhos oferecerem um bolo, o Santoro. Já pedir o "santorinho", que começava nos últimos dias do mês de Outubro, era o nome que se dava à tradição em que crianças sozinhas, ou em grupo, de saco na mão iam de porta em porta para ganhar doces.
As crianças quando pedem o pão-por-deus recitam versos e recebem como oferenda: pão, broas, bolos, romãs e frutos secos, nozes, tremoços, amêndoas,ou castanhas que colocam dentro dos seus sacos de pano, de retalhos ou de borlas.
Em algumas povoações da zona centro e estremadura chama-se a este dia o ‘Dia dos Bolinhos’ ou ‘Dia do Bolinho’. Os bolinhos típicos são especialmente confecionados para este dia, sendo à base de farinha e erva doce com mel (noutros locais leva batata doce e abóbora) e frutos secos como passas e nozes.
As crianças e os adultos que participam nos peditórios representam as almas dos mortos que «neste dia erram pelo mundo», quando pedem pão para para partilhar com as almas. O pão por Deus é uma oferenda que se faz às próprias almas.

Em Barqueiros, concelho de Mesão Frio, à meia-noite do dia 1 para 2 de Novembro arranjava-se uma mesa com castanhas para os parentes já falecidos lá irem comer durante a noite “não devendo depois ninguém tocar nessa comida, porque ela ficava babada dos mortos”.
Na freguesia de Vila Nova de Monsarros, Anadia, as crianças faziam os "santórios", recebiam fruta e bolos e cada criança transportava uma abóbora oca com figura de cara, com uma vela dentro.
"Em Roriz não se chama pão por Deus, nem bolinhos, nem santoros a comezaina que se dá aos rapazes no dia de Todos os Santos ou de Finados. O que os rapazes vão pedir por portas, segundo lá dizem, é — os fiéis de Deus”
Nos Açores dão-se “caspiadas” às crianças durante o peditório, bolos com o formato do topo de uma caveira, claramente um manjar ritual do culto dos mortos.

Com o passar do tempo, o Pão-por-Deus sofreu algumas alterações, os meninos que batem de porta em porta podem receber dinheiro, rebuçados ou chocolates. Esta atividade é também realizada nos arredores de Lisboa. Antigamente relembrava a algumas pessoas o que aconteceu no dia 1 de Novembro de 1755, aquando do terramoto de Lisboa, em que as pessoas que viram todos os seus bens serem destruídos na catástrofe, tiveram que pedir "pão-por-deus" nas localidades que não tinham sofrido danos.”

(Texto retirado da Wikipédia)